
O Estádio Waldemar de Freitas e suas falhas na grama


Vi tudo de longe, pela grande tela
Zé-do-Burro, faca em punho, avança pelas escadas velhas
Pelo sacro-dever, o padre o impede, a promessa não se cumprirá
O delegado antecipa-o, quem lhe desafiará?
O povo lhe defende, surge uma onda humana
Na confusão ouviu-se um tiro, uma consternação
No meio da multidão, olhei para o lado, doía-me o coração
Estouro de boiada, corre-corre, dispersão
Na porta da igreja escolhida, Zé-do-Burro, jaz ao chão
Rosa grita, um choro em explosão
Lá vem o padre, sinal da cruz
Encomenda da alma do pobre moribundo sertanejo
Rosa o afasta, com olhar de desprezo
O Mestre Coca, capoeirista, faz gesto preciso aos companheiros
Inclinam-se sobre o corpo estendido na ladeira
Fixam-no na cruz da promessa vã
Numa nobre homenagem derradeira
Carregam-no assim, como um crucificado
O padre recua sobre os degraus ensanguentados
Avançam-no, pela entrada principal
Arrombam a porta, dirigem-se ao altar, numa entrada triunfal
Termina a peregrinação, cumpre-se a promessa ao burro Nicolau
*O Pagador de Promessas é um filme brasileiro de 1962, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, dirigido por Anselmo Duarte (Salto, 21 de abril de 1920 - São Paulo, 7 de novembro de 2009), baseado na peça teatral de Dias Gomes.
*A Anselmo Duarte e sua obra-prima, minha homenagem póstuma em forma de prosa-poética.

As alianças são mais importantes
Para a estrutura social
Que laços de sangue seletos?
Culturas são como sistemas de signos
São partilhados e estruturados por finos princípios
Que estabelecem o funcionamento do intelecto
Existem regras estruturantes
Sobre as culturas, na mente humana
E estas regras raízes
Constroem pares de oposição
Organizam todo o sentido, corrigem a direção
Aprendi isso, num livro de viagem
Repleto de passagens duras
Onde o Lévi-Strauss fez investigações puras
Interessado pelas filosóficas e verdes paragens
Com o único objetivo do conhecimento pleno, das linguagens
Indagações pessoais desse paladino estrangeiro
Antropólogo que aqui veio, sorrateiro
Sobre o status de mestre
Analisou nossas tribos, nossa cultura em formação
Fotografou a urbanidade de São Paulo em construção
Entre o Velho e o Novo Mundo, uma lágrima no coração
Concepções de progresso e de civilização
Nessas plagas, tristes trópicos, nosso povo em expansão
*Claude Lévi-Strauss (Bruxelas, 28 de novembro de 1908 - Paris, 31 de outubro de 2009)
A personagem central desse conto de Clarice Lispector, narra uma história que ocorreu em sua infância em Recife, Pernambuco.
Era amante da leitura desde tenra idade.
Mas, a situação financeira de sua família impedia-lhe de comprar os livros que desejavas.
Havia, outra garota, descrita como: baixa, gorda, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, que possuía o que uma criança devoradora de livros mais sonhava: seu pai era dono de uma livraria.
Todavia, a colega não valorizava o hábito da leitura e, pior, sentia-se inferior às outras coleguinhas de escola e bairro, sobretudo à narradora.
Certo dia, a filha do comerciante de livros, com enorme talento para a crueldade, informou à jovem que possuía um exemplar de Monteiro Lobato: O clássico: “As Reinações de Narizinho”.
A protagonista, então, passou a confabular consigo, imaginando-o em seus braços, o toque e o folhear das páginas, viver com ele, comê-lo e dormir ao seu lado.
Mas, ele estava muito acima de suas posses.
- É só pegá-lo em casa, te empresto, afirmava num cinismo juvenil, chupando balas fazendo barulho.
A jovem passou, a sonhar com a real possibilidade de tê-lo, mesmo que brevemente, por meio de um empréstimo.
Envolta em enorme ingenuidade, a menina rotineiramente passava na casa e o livro sempre estava indisponível, sob a alegação de que a garota chegara atrasada ou passara em hora errada e já havia emprestado-o a outra garota.
E esse suplício durou um bom tempo.
Até que, certo dia, a mãe da cruel colega, achando estranho aquelas visitas constantes em sua casa, interveio na conversa das duas e percebeu a atitude sádica da filha.
Houve uma “confusão silenciosa”; a mãe, estarrecida, descobriu a filha que tinha.
Uma jovem com perversidade em potencial.
Refazendo-se do choque, ordenou a filha que buscasse o exemplar de Lobato que nunca saíra de lá.
Sem pestanejar, num ato de corrigir um erro moral familiar, emprestou o livro à garota sonhadora.
E disse que seria: - Pelo tempo que desejasse.
A jovem, de súbito, passa a nutrir uma “felicidade clandestina” nunca antes provada ou sentida.
Tendo-o em posse, fez questão de esquecê-lo.
Chegando em casa, foi se alimentar, usava o tempo, ignorava-o.
Fingia que não o tinha.
Criava a “surpresa” de achá-lo, para que a tal, felicidade clandestina se eternizasse continuadamente durante o arrastar dos ponteiros.
Aquele gesto lhe trazia orgulho e pudor.
Às vezes, sentava-se na rede com ele no colo, abrindo-o e abstendo-se de tocá-lo.
Sentia êxtase puro.
Não era mais uma menina com um livro, era uma mulher com seu amante.
*Lispector, Clarice “Felicidade Clandestina” Rio de Janeiro: Ed. Francisco Alves 1996
*Hoje, 20 de outubro, comemora-se o Dia do poeta.
Presto minha homenagem a todos que se sentem nessa condição.
Para cada ser solitário
Uma solidão única
Para cada verso
Interpretações abundam
Felizmente
Refletidos nas retinas
O poeta, infeliz, os mente
Mente uma angústia pressentida
Dou-te meus versos, aprecie-os
Mostre-os a quem quiser vê-los
Faça-os e entrega-os de novo
A outros tantos olhos nus
Acenda a baixa luz
Dê-me as relíquias
Desça ao porão
Enquanto todos dormem
Quantas mãos o tocarão?
Clarice Lispector transmite ao leitor de “A Paixão segundo G.H.” romance existencialista publicado pela primeira vez em 1964, as intranquilidades espirituais e os dilemas emocionais da personagem G.H.
A primeira vista, uma mulher discernida e bem sucedida na profissão e nas relações sociais, mas que anseia encontrar a auto-identidade e, nas profundezas de seu apartamento classe média-alta carioca, parte em busca do conhecimento interior.
Vagando só em seu recolhimento urbano, chega ao pequeno quarto da empregada, que naquele dia, se encontrava “quase vazio”.
Depara-se diante de uma repugnante e nojenta barata.
Uma observa a outra, G.H. observa a outra e a si.
Desencadeia-se, de súbito, em G.H., toda uma sequência de fatos conexos, levando-a à refletir sobre o sentido de sua existência e dos seres ao seu redor.
A sua pior descoberta experimenta diante da barata viva:
"A de que o mundo não é humano. E ninguém é humano o bastante".
Esse “fluxo de consciência” é a essência que dá forma ao romance introspectivo, criado por Clarice.
À medida que surgem, na cabeça da personagem, os pensamentos são materializados numa escrita baseada no estudo da consciência, uma viagem ao âmago, que traz à tona a plena crise individual de uma senhora de meia-idade.
Não há uma estória com inicio, meio e fim.
A narrativa se inicia num momento qualquer, enquanto a personagem, numa aflição subentendida, tecla compulsivamente várias vezes uma letra em sua máquina de escrever.
A atmosfera de instabilidade emocional retratada nas páginas do romance é o grande atrativo da obra.
Ele dever ser sentido. Não há como lê-lo.
As aflições devem ser perspicazmente percebidas pelo leitor a cada virada de página.
De seu apartamento, ultimo andar de um edifício de 13; G.H., depara-se com a corrosiva rotina e resolve então, adentrar-se ao quarto da empregada que acabara de demitir.
Há meses não ia até aquele pequeno cômodo serviçal.
Eis que, ao “invadi-lo”, também se “invade”.
E nessa, “incursão à alma” vê-se num enorme vazio interior.
Avista uma solitária barata deixando o armário e tem-se então, um momento de manifestação dos sentidos primitivos, imaginando ser necessário “voltar às origens” para resgatar a felicidade plena, sem vícios ou cinismos.
Deveria interagir, tocar e provar a barata para irromper sua solidão mascarada, seu mundo alienado e asséptico e assim, re-descobrir sozinha, o caminho.
O caminho através da náusea.
O momento que antecede a “revelação da busca interior” traz náusea violenta do enorme fardo de angustia que se instalara na mente da personagem.
A dolorosa sensação da fragilidade da condição humana, a dúvida e a incerteza das escolhas e dos caminhos percorridos e a percorrer, de certa forma, geram no leitor o desenvolvimento do senso crítico e os modos de aceitar suas falhas e dominar seus medos e incertezas quanto à sombra do passado escurecendo o futuro.
"(...) porque não és nem frio nem quente, porque és morno, eu te vomitarei da minha boca, era Apocalipse Segundo São João, e a frase que devia se referir a outras coisas das quais eu já não me lembrava mais, a frase me veio do fundo da memória...”
*Clarice Lispector nasceu em Tchetchelnik, na Ucrânia, no dia 10 de dezembro de 1920.
Morreu no Rio de Janeiro, no dia 9 de dezembro de 1977, um dia antes do seu 57° aniversário.
O livro Dom Quixote de
Composta de 126 capítulos de loucuras, amizades, sabedoria e encantamentos, são divididas em duas partes: a primeira surgida em 1605 e a outra em 1615.
A obra se baseia numa sátira às histórias de cavaleiros, muito em voga naqueles tempos.
Dom Quixote, depois de uma caçada, sentiu-se extremamente fadigado e moribundo.
Clama por ajuda e é atendido rapidamente.
Levam-no ao seu leito.
O cavaleiro, de súbito, percebe a presença da morte.
Magérrimo por toda sua existência terrena, sempre dispôs de saúde suficiente para aventurar-se pelo mundo quando bem entendera.
Vivia junto a agregados num brejo seco em ‘
Venerava-os e os tinha como ídolos e exemplos de vida profícua.
Mas um dia, de tanta leitura, seus miolos se entupiram.
Afinal, muitas lendas povoavam sua mente senil.
Um médico foi chamado e a recomendação foi à busca da salvação da alma, porque o corpo iria sucumbir brevemente.
A personagem, Amadis de Gaula, o espadachim fantástico, até então idolatrado por Quixote, passou a ser por ele odiado.
Coisas estranhas aconteciam na mente daquele enfermo homem.
Mas, num lapso de serenidade pôs-se a esperar pela morte.
Queria se livrar dos fantasmas literários que nutriam seus pensamentos doentios.
Subitamente algo ocorreu...
Com berros enfáticos, o velho Dom Quixote disse ter restaurado plenamente o juízo, livrara-se das malditas leituras que fizera sobre os feitos dos cavaleiros por toda sua vida e ordenou que pusessem uma sela em seu ordinário cavalo, Rocinante, calçou suas velhas botas e armou-se como seus antepassados: um escudo enferrujado e uma lança torta e, num ímpeto, partiu em busca de aventuras em terras castelhanas que lhe trouxessem renome e glória.
Suas andanças foram ricas em intempéries e impasses fortuitos.
Fantasiou o amor por uma dama ilusória, Dulcinéia Del Tomboso, e nutriu amizade fraterna com o camponês gorducho Sancho Pança.
“Esta que vês de rosto amondongado,
Alta de peitos, e ademã brioso
É Dulcinéia, rainha Del Tomboso,
De quem esteve o grão Quixote enamorado...” (pag. 339)
Sua grande frustração era com sua contemporaneidade.
Dizia que a invenção da pólvora estragou tudo.
Acabou-se com os nobres cavaleiros, que, ao ouvirem um disparo, fugiam rapidamente com suas lanças a balançar para o horizonte.
Em seu livro, Cervantes usa um pragmatismo crítico, do escudeiro que revela um conhecimento do mundo distante dos questionamentos e indagações do cavaleiro sobre a existência terrena, a morte e os dogmas sagrados.
Ambos carregam consigo, um conhecimento filosófico empírico e juntos esses conhecimentos se interagem e se completam.
“Tiram as almas dos eixos, as grandes forças do amor, são os cuidados do ócio, seu instrumento melhor.” (pag. 551)
Com uma visão cética, porém concisa, o escudeiro não procura respostas, já as tem pela experiência de vida.
Domina o tempo e não tem medo de enfrentar a tão temida morte.
Sancho Pança sabe transitar entre o mundo da taverna, das brigas, da morte e das agruras mundanas, sublimada empiricamente e recheada de filosofia existencialista em que se encontra o romântico cavaleiro.
"(...) Aqui jaz quem teve a sorte
De ser tão valente e forte
Que o seu cantor alegrou
Que a morte não triunfou..."
(pag.677)
Fernando Sabino presenteou seus leitores em 1956 com a publicação do que é considerada sua obra prima, o romance intitulado: “O encontro marcado”.
Uma narrativa urbana que nos faz caminhar pelas ruas de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro em meados do século XX, conhecendo seus moradores célebres, anônimos e os que, de alguma forma, marcaram essas cidades.
A repercussão do romance foi a melhor possível, tornando-se o livro preferido de muitos brasileiros que, nas aflições da juventude, liam e se identificavam com os dramas existenciais narrados de forma perspicaz pelo escritor mineiro. Desde aquela época, até os dias de hoje.
“O encontro marcado” é um típico romance de geração, e basicamente gira em torno dos problemas juvenis de suas personagens: os amores, o álcool, os dramas, a faculdade, escolha da profissão, a saída da casa dos pais e a mudança para a metrópole, a capital federal, na época, o Rio de Janeiro.
Vivenciado na década de quarenta, tem como protagonista Eduardo Marciano, alter ego do escritor.
Seus comparsas de toda vida: Hugo e Mauro correspondem a Otto Lara Resende e Hélio Pellegrino, respectivamente.
Antonieta, filha do ministro, namorada e posteriormente esposa de Eduardo, é Helena Valladares.
Toledo, um dos personagens mais importantes da história, “guia intelectual” de Eduardo por longo período é Guilhermino César.
A ênfase da narrativa parte do pressuposto que, a procura intensa do sentido da vida por Eduardo Marciano trilha um caminho incerto, transitando pelas inquietações ideológicas e políticas para as ansiedades características dos jovens da época.
Essa busca da satisfação sexual plena, da felicidade, da auto-afirmação por meio da escrita e do esporte, no caso a natação, e pela enorme ânsia de encontrar respostas sobre a existência de Deus geram um enredo que envolve o leitor do início ao final da obra.
Todos esses elementos se tornam a marca registrada da personagem até as últimas páginas do romance e constata-se, mesmo diante de expectativas e experiências mal resolvidas, a contínua busca pessoal com o auxílio de amigos, livros, amantes e garçons, e conclui-se que, o sofrimento sempre lhe trouxe aprimoramento e ponderação e, por conseguinte, lhe abriu novas perspectivas e novos entendimentos gradativamente, em relação aos valores humanos e suas relações superficiais ou aprofundadas.
Suas experiências amorosas e profissionais sempre lhe causaram excitação e entusiasmo, num primeiro momento, mas às dúvidas e a rotina lhe trouxeram decepções constantes.
Optou então, em seguir a carreira única de escritor.
O ponto alto da personagem é esse empenho em desafios constantes e um inconformismo inerente ao ser: Eduardo Marciano/Fernando Sabino, que se confundem e se unem nas linhas da narrativa.
A obra ganhou edições no exterior, e foi adaptada para o teatro.
Nogueira sentiu um vazio
Tomou-se por triste
Naquele dia frio
Absorto, abriu um livro nunca lido
Observou suas páginas preenchidas
Que o poeta, outrora
Viveu a sina do escritor
Escrevia porque era só
E preenchia seu estado ermo
Com caneta e esplendor
Tia Augusta dizia-me na cidade
“Feliz é quem mora no campo”
Não se ensoberbece
Vive-se mais, com sanidade
Esperteza e destreza
Desenvolvem-se habilidades
Aprende-se a ler as estações
Sabidos são o vento e a chuva
Com seus raios e trovões
Como árvores que entregam frutos
Na época esperada
Nunca falham, são precisas
Generosas por natureza
Cedem galhos com carinho
Aos pássaros, vários deles
Seus ovos, suas cores
E seus ninhos
Flores, frutos e pinhos
As flores dão-nos perfumes
Sem pedirmos-lhes nada
Alusão da vida
Mistérios do Criador
Assim como a dor
Que nos vem de graça
Oscilante, inebriante
Borboletas em revoada
Passam como astros no universo
Em pensamento, olho tudo
Pelo tempo, me disperso
Nasci rude, obtuso, mas correto
Aves não deixam rastro
Na minha idade já não corro
Atrás do ouro, diamantes
Pedras preciosas, roupas caras
Carros e mulheres degradantes
Ociosas são minhas mãos
No momento, oscilação
Nem tento mais
Pois, tremo demais
Já cumpri minha missão
Siga os passos que deixei
Pense nas coisas que procurei
E, não querendo achar
Me encontrei

Hoje, o mundo ocidental está de luto.
A partir de então, muitas teorias conspiratórias relativas a esses ataques em 11 de setembro de 2001 foram criadas.
Algumas delas afirmam que o próprio presidente George W. Bush sabia de antemão sobre os atentados e propositalmente permitiu que ocorressem, pois iriam gerar um maior apoio público para militarização e outras políticas externas e internas pela qual ele próprio seria beneficiado.
Essa teoria envolve o ex Secretário da Defesa Donald Rumsfeld, o vice-presidente Dick Cheney e várias outras figuras do governo Bush.
Um relatório produzido em 1990 afirma que "alguns eventos catastróficos, como um novo Pearl Harbor" seriam necessários para converter a opinião pública em favor do presidente.
As investigações de orgãos governamentais norte americanos e britânicos, amparados por uma mega-operação do FBI, a maior da história com mais de 7.000 agentes envolvidos, concluiram que Al-Qaeda e Osama bin Laden tinham responsabilidade dos atentados.
As perdas humanas no fatídico 11/09/01 foram elevadas: 265 nos aviões; pelo menos 2752 pessoas, incluindo 242 bombeiros, no World Trade Center e 125 no Pentágono. No total, 3234 pessoas faleceram naquela manhã.
Os adeptos dessa “teoria da conspiração” usam o fato da área de impacto feita no Pentágono ser relativamente pequena e por supostamente não constar no seu perímetro a existência das asas do avião. Fato facilmente desmentido quando analisada as centenas de imagens do local do choque, onde constam centenas de fragmentos da aeronave.
O quarto avião seqüestrado teria sido derrubado propositalmente pelos terroristas que estavam em seu comando, quando deram-se conta de que não resistiriam a uma rebelião organizada pelos passageiros. Essa aeronave caiu em um campo próximo a Shanksville no estado da Pensilvânia.
Para alguns, permanece o questionamento do suposto fato de que não foi encontrado nenhum corpo ou partes deles.
Os conspiradores afirmam que um médico legista, jamais identificado e que esteve no local da queda afirmou:"Apenas observei um monte de metal calcinado como se tivesse sido jogado do ar no local e policiais de um lado para o outro, mas nem um corpo…"
Fontes: Wikipédia, clesio.net e acidezmental.com.br



“Em 287 páginas, eu analiso toda a obra do Belchior”, afirma a professora Josy Teixeira, da Universidade Estadual do Ceará.
E, de repente, amigos, parceiros e a família perguntam:
Onde está Belchior?
“Para a família, ele está sumido desde 2007, há dois anos”, afirma Leonardo Scatolini, advogado da ex-mulher do cantor.
Mas, há tempos atrás, o artista presenteou a cidade de Miguelópolis, no estado de São Paulo, com um show cheio de energia e clássicas canções de seu vasto repertório.
Simpaticamente, após o show, recebeu fãs no camarim e autografou cds.
Hoje: “tem gente que diz que ele está na Holanda, tem gente que diz que ele está em São Paulo”, afirma um fã.
FONTE: G1.globo.noticias.musica

Temos bons livros, fique tranquila
Poetas não escrevem, trabalham duro, fazem arte
Há versos por toda parte...